O caleidoscópio foi inventado na Inglaterra, em 1817. Cerca de doze ou dezesseis meses mais tarde ele despertava a admiração universal. Afirma-se que o caleidoscópio já era conhecido no século XVII. Conta-se que, à época, um rico francês adquiriu um caleidoscópio por 20.000 francos. Era feito com pérolas e gemas preciosas ao invés de pedaços de vidro colorido.
segunda-feira, 9 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Não julgue pelas aparências
Dia incomum, curioso... quatro pessoas que 'ressurgiram' ao mesmo tempo no mesmo dia e na mesma 'condição'. Um dia reflexivo, mas sem nenhuma conclusão.
- Ah, e ela como está?
- Sabia que se separou?
- Jura???
- Agora está morando em São Paulo.
- Jura???
...
- Oi, como está a família?
- Me separei.
- Jura???
- Só que precisei entrar na justiça.
- Jura???
...
- Oi, Iara, tudo bom?
- Tudo. E você?
- Mais ou menos. Eu me separei há um mês.
- Jura???
...
- Oi, como está o filhão?
- Ele está ótimo, mas ontem chorei de saudades dele, é triste.
- Por que?
- Eu me separei há uma semana.
- Jura???
A gente que tá de fora não tem idéia do que acontece entre quatro paredes. Ao menos três desses casais eu jogava todas as minhas fichas de que era pra vida.
- Ah, e ela como está?
- Sabia que se separou?
- Jura???
- Agora está morando em São Paulo.
- Jura???
...
- Oi, como está a família?
- Me separei.
- Jura???
- Só que precisei entrar na justiça.
- Jura???
...
- Oi, Iara, tudo bom?
- Tudo. E você?
- Mais ou menos. Eu me separei há um mês.
- Jura???
...
- Oi, como está o filhão?
- Ele está ótimo, mas ontem chorei de saudades dele, é triste.
- Por que?
- Eu me separei há uma semana.
- Jura???
A gente que tá de fora não tem idéia do que acontece entre quatro paredes. Ao menos três desses casais eu jogava todas as minhas fichas de que era pra vida.
A sua presença é 24 horas sem exceção!!
Poxa, eu preciso trabalhar, com ele aqui não dá. Preciso dar atenção, sou forçada a recusar atenção, fico preocupada no que ele pode estar fazendo sozinho no quarto, ele vem me pedir ou perguntar coisas de tempos em tempos, fico irritada, brigo por motivo algum, me sinto culpada... assim eu não consigo me concentrar... Eu preciso ficar um tempo sem ele.
...então ele vai passar a noite fora...
Ai, preciso trabalhar... que será que ele tá fazendo agora?... ele é tão lindo... ai, como sinto falta dele... tá tudo tão quieto, ele deve estar aprontando... ah, não, ele num tá aqui... tá tudo tão quieto... nossa, tô aqui há tempos e ninguém veio me perturbar... ele esqueceu de levar a vitamina... esqueci de avisar que precisa passar o creme depois do banho... ai, mas depois eu faço isso, preciso trabalhar... nossa, como eu amo esse menino... hoje ele foi tão encantador na festa... o rostinho dele não me sai da cabeça... ish, ele deixou o relógio do ben 10 que queria mostrar pro pai... hoje a cama é toda minha... estranho não ter um folgadinho ocupando todo o espaço... estranho ter sono, deitar e dormir simplesmente... quem vai pular na minha cabeça? enrolar a mão no meu cabelo? me chamar de madrugada?... poxa, mas eu preciso trabalhar...
meu deus, nunca sei por onde começar... sem ele fico perdidinha!!
...então ele vai passar a noite fora...
Ai, preciso trabalhar... que será que ele tá fazendo agora?... ele é tão lindo... ai, como sinto falta dele... tá tudo tão quieto, ele deve estar aprontando... ah, não, ele num tá aqui... tá tudo tão quieto... nossa, tô aqui há tempos e ninguém veio me perturbar... ele esqueceu de levar a vitamina... esqueci de avisar que precisa passar o creme depois do banho... ai, mas depois eu faço isso, preciso trabalhar... nossa, como eu amo esse menino... hoje ele foi tão encantador na festa... o rostinho dele não me sai da cabeça... ish, ele deixou o relógio do ben 10 que queria mostrar pro pai... hoje a cama é toda minha... estranho não ter um folgadinho ocupando todo o espaço... estranho ter sono, deitar e dormir simplesmente... quem vai pular na minha cabeça? enrolar a mão no meu cabelo? me chamar de madrugada?... poxa, mas eu preciso trabalhar...
meu deus, nunca sei por onde começar... sem ele fico perdidinha!!
Marcadores:
amo muito tudo isso,
sentidos
sexta-feira, 6 de março de 2009
Essa mina tá feliz!!
Ai... é tão gostoso o reconhecimento, né? Eu tô meio desorientada, há 3 meses espero essa página. Há 3 meses pediram para publicar meu conto. E espero que seja só o primeiro de tantos outros. Obrigada a todos que me incentivaram e me apoiaram. Aí estão os links de exibição... por Iara Simonetti Racy... que chiquetê!!!!
http://www.portaldoenvelhecimento.net/principal/principal.htm (aqui é a página principal do portal... eu tô nela!! rs embaixo da Marília Gabriela, na parte 'reflexões' lá embaixo)
http://www.portaldoenvelhecimento.net/artigos/p530.htm (esse é o conto)
http://www.portaldoenvelhecimento.net/principal/principal.htm (aqui é a página principal do portal... eu tô nela!! rs embaixo da Marília Gabriela, na parte 'reflexões' lá embaixo)
http://www.portaldoenvelhecimento.net/artigos/p530.htm (esse é o conto)
Marcadores:
amo muito tudo isso,
sentidos,
utilidade publica
A dança de um gigante
Parada no trânsito, sob o sol de 33°, muitos carros e um afunilamento da via por conta de uma obra no rio da Ricardo Jafet. Nenhuma rádio tocando uma música que preste e sem cd no carro.
Curiosa, observo a obra... é aí que enxergo uma das cenas metropolitanas mais encantadoras do ano.
A dança de um gigante, cheia de precisão e leveza. Fiquei admirada e me envolvi naquilo esquecendo o trânsito e o calor e até desejando que aquele momento permanecesse por mais alguns instantes. Aquela 'mão mecânica' tinha movimentos encantadores, o condutor não hesitava e dava uma vida fantástica para aquela máquina. Inúmeras pedras faziam parte da dança... inúmeras pedras eram tiradas... e muitos movimentos com aquela mão eram feitos para que elas não rolassem rio abaixo... movimentos de empurrar, de organizar, de escavar... movimentos de um lado para outro... uma dança de gente... leve... incrivelmente leve... a música que não encontrei no rádio, encontrei naquela obra. Uma retroescavadeira sem trancos nem barrancos... era um palco, um espetáculo de movimentos como nunca vi.
Fui obrigada a voltar para a avenida... voltei impregnada de leveza.
Curiosa, observo a obra... é aí que enxergo uma das cenas metropolitanas mais encantadoras do ano.
A dança de um gigante, cheia de precisão e leveza. Fiquei admirada e me envolvi naquilo esquecendo o trânsito e o calor e até desejando que aquele momento permanecesse por mais alguns instantes. Aquela 'mão mecânica' tinha movimentos encantadores, o condutor não hesitava e dava uma vida fantástica para aquela máquina. Inúmeras pedras faziam parte da dança... inúmeras pedras eram tiradas... e muitos movimentos com aquela mão eram feitos para que elas não rolassem rio abaixo... movimentos de empurrar, de organizar, de escavar... movimentos de um lado para outro... uma dança de gente... leve... incrivelmente leve... a música que não encontrei no rádio, encontrei naquela obra. Uma retroescavadeira sem trancos nem barrancos... era um palco, um espetáculo de movimentos como nunca vi.Fui obrigada a voltar para a avenida... voltei impregnada de leveza.
Marcadores:
eu amo São Paulo,
histórias,
sentidos,
show de coreografia
quarta-feira, 4 de março de 2009
Calma
Zélia Duncan - Idade do Céu
Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu...
Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu...
Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu...
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu...
Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu...
Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu...
Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu...
Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu...
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu...
Marcadores:
sentidos,
trilha sonora da vida
A Incrível Fábrica de Brinquedos
Curta-metragem resultado do curso de Cinema da NOSSA TURMA de 2008.
Adquira já o seu!!
Produção: NOSSA TURMA - CINEMA
Direção: Iara Simonetti Racy
Uma história de: Fernando Felmanas e Lui Almeida
Roteiro: Iara Simonetti Racy
Elenco:Fernando Felmanas, Lui Almeida e convidados
Edição: Iara Simonetti Racy
Fotografia: Cal Hernández, Iara Simonetti Racy e Pedro Lopes
Realização: NOSSA TURMA - Lazer Programado
www.nossaturma.tur.br
Marcadores:
amo muito tudo isso,
histórias
Assinar:
Postagens (Atom)
