O caleidoscópio foi inventado na Inglaterra, em 1817. Cerca de doze ou dezesseis meses mais tarde ele despertava a admiração universal. Afirma-se que o caleidoscópio já era conhecido no século XVII. Conta-se que, à época, um rico francês adquiriu um caleidoscópio por 20.000 francos. Era feito com pérolas e gemas preciosas ao invés de pedaços de vidro colorido.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Um dia após o outro...

É hora de arrumar as coisinhas de JP levar para escola. Deixo meu computador ligado e vou até a cozinha preparar o lanche. Depois, procuro meu filho para colocar o uniforme e o encontro sentado em frente ao meu computador com 'cara de quem aprontou'.
- Ai, João Pedro... que cara é essa?? Que que você fez aí?? (não reparando nada de diferente)
- Nada... (e a carinha de malandro com um quê de alegria permanecia olhando para o monitor de rabo de olho)
Olhei direito para o computador e qual foi meu susto quando:
- JOÃO PEDRO, VOCÊ ENTROU NO GOOGLE???
- É que eu queria o jogo do Ben 10, mas esqueci de colocar o N, vou escrever de novo. (sim, havia uma pesquisa no google para 'be 10')
Então ele deletou o que havia escrito e escreveu o correto. Pronto, lá estava ele com seu jogo do ben 10.
E esse é meu filho de 4 anos que já faz pesquisas no google... e entendi que aquela carinha era de orgulinho... de descoberta... de malandrinho esperto pra canário!!!!!!!
Rosa chiclete fiquei!!!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Sensível demais!!

Há tempos choro por tudo!! Por qualquer coisa!! Me emociono com cada pedacinho de vida que aparece... cada gotinha de sentimento que enxergo... cada momento de emoção que sinto.

Ando chorando demais e tenho juntado os momentos de cada lágrima que sai de mim... quem sabe assim revejo minha história e desvendo o que ainda não sei...

terça-feira, 30 de junho de 2009

Eu recomendo

Ontem foi um daqueles dias que a gente chega, olha pra trás e agradece as sensações que teve. Dormi leve, contente e cheia de novas perspectivas.
Um grande influenciador nisso tudo foi o filme que assisti, que, aliás, recomendo muuuito a todos, principalmente aos profissionais de saúde: O SIGNO DA CIDADE. É um filme incrível da Bruna Lombardi. (http://www.osignodacidade.com.br)
Ele foi exibido na CINEMATECA BRASILEIRA - também lugar onde nunca tinha ido e me encantei extraordinariamente. É um lugar lindo que quero voltar mais vezes. Depois da exibição foi realizada uma reflexão com profissionais de saúde e a própria Bruna e o Carlos Riccelli (diretor do filme). E que bom que eu estava naquele lugar naquele momento e com aquelas pessoas!!!
A sensação mais incentivadora que tive quando saí de lá foi que é possível fazer filme com genialidade nos dois âmbitos que mais me instigam: o cinema (arte) e a saúde. Ao mesmo tempo que trata de assuntos da nossa realidade, das relações humanas, de preconceitos, de atitudes polêmicas, de saúde (tanto paciente quanto o profissional - os dois sendo acima de tudo seres humanos), a linguagem cinematográfica é hipnotizante e você fica querendo assistir mais vezes pra conseguir descobrir cada vez mais o que aquelas imagens podem te passar e provocar. É um filme que te proporciona zilhões de reflexões e de sensações. É um filme duro e, ao mesmo tempo, delicado... te mostra dor e alívio... é cuidadoso e escrachado... fala de vida e de morte... fala de limites e de perda de limites... fala de escolhas e do inevitável... fecha ciclos e abre ciclos... fala de tanta coisa, mostra tanta coisa e não é excesso!!
Ai, como eu quero descobrir essa capacidade em mim um dia!!!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Quando a esmola é demais...

Adoro gente que elogia!!

Depois de uma longa conversa bem simpática.
- Não sou psicólogo e nem cobrarei essa consulta, mas posso falar? - diz o senhor de 80 anos.
- Falar sobre o que?
- Falar sobre você.
- Iiih, lá vem!! Pensei. Claro que pode.
- Você é jovem, tem um rosto simétrico, um rosto de menina. (que bonitinho)
- De criança - completa o outro senhor de 67 anos. (isso foi um elogio???)
- É, acho que tenho o mesmo rosto desde os 3 anos.
- Ele é diferente, forte, chama a atenção. O rosto da gente e a postura da gente que faz a nossa presença. É claro que você tem berço. (????) Uma pessoa tem que saber usar o cabelo a seu favor, o cabeleireiro tem que saber usar o cabelo do cliente e fazer tudo na simetria.
- Ih, lá vem bomba. Tá falando mal do meu cabelo??? Pensei.
- Se você conseguir um cabeleireiro que consiga fazer o seu cabelo entrar na simetria do seu rosto, tenho certeza que por onde você for os olhares todos se voltarão a você.
- E agora? Agradeço? Saio correndo? Mostro a língua? Vou pro cabeleireiro? Sorrio? Choro? Digo: vem cá, eu te conheço????
- Posso te fazer uma pergunta? - disse o senhor de 67 anos que, felizmente, mudou o rumo da conversa.
- Claro!

E aí é uma outra história...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Vamos dançar festa junina?

- Mas como é a dança, filho?
- Olha, quando o moço fala 'olha a cobra!' a gente faz assim (pulou e gritou). Quando o moço fala 'passeio!', a gente dá as mãos e vai pro passeio e quando o moço fala 'olha a chuva!', cada um protege a sua dama! (e fez 'cabaninha' com os bracinhos sobre mim).

Mesmo sabendo que a 'receita' vem da dancinha da escola... ele 'protege sua dama' com tanto encanto. Esse menino tá virando um gentleman!!!

domingo, 8 de março de 2009

Não julgue pelas aparências

Dia incomum, curioso... quatro pessoas que 'ressurgiram' ao mesmo tempo no mesmo dia e na mesma 'condição'. Um dia reflexivo, mas sem nenhuma conclusão.

- Ah, e ela como está?
- Sabia que se separou?
- Jura???
- Agora está morando em São Paulo.
- Jura???
...
- Oi, como está a família?
- Me separei.
- Jura???
- Só que precisei entrar na justiça.
- Jura???
...
- Oi, Iara, tudo bom?
- Tudo. E você?
- Mais ou menos. Eu me separei há um mês.
- Jura???
...
- Oi, como está o filhão?
- Ele está ótimo, mas ontem chorei de saudades dele, é triste.
- Por que?
- Eu me separei há uma semana.
- Jura???

A gente que tá de fora não tem idéia do que acontece entre quatro paredes. Ao menos três desses casais eu jogava todas as minhas fichas de que era pra vida.

sexta-feira, 6 de março de 2009

A dança de um gigante

Parada no trânsito, sob o sol de 33°, muitos carros e um afunilamento da via por conta de uma obra no rio da Ricardo Jafet. Nenhuma rádio tocando uma música que preste e sem cd no carro.

Curiosa, observo a obra... é aí que enxergo uma das cenas metropolitanas mais encantadoras do ano.

A dança de um gigante, cheia de precisão e leveza. Fiquei admirada e me envolvi naquilo esquecendo o trânsito e o calor e até desejando que aquele momento permanecesse por mais alguns instantes. Aquela 'mão mecânica' tinha movimentos encantadores, o condutor não hesitava e dava uma vida fantástica para aquela máquina. Inúmeras pedras faziam parte da dança... inúmeras pedras eram tiradas... e muitos movimentos com aquela mão eram feitos para que elas não rolassem rio abaixo... movimentos de empurrar, de organizar, de escavar... movimentos de um lado para outro... uma dança de gente... leve... incrivelmente leve... a música que não encontrei no rádio, encontrei naquela obra. Uma retroescavadeira sem trancos nem barrancos... era um palco, um espetáculo de movimentos como nunca vi.

Fui obrigada a voltar para a avenida... voltei impregnada de leveza.


quarta-feira, 4 de março de 2009

A Incrível Fábrica de Brinquedos



Curta-metragem resultado do curso de Cinema da NOSSA TURMA de 2008.
Adquira já o seu!!

Produção: NOSSA TURMA - CINEMA
Direção: Iara Simonetti Racy
Uma história de: Fernando Felmanas e Lui Almeida
Roteiro: Iara Simonetti Racy
Elenco:Fernando Felmanas, Lui Almeida e convidados
Edição: Iara Simonetti Racy
Fotografia: Cal Hernández, Iara Simonetti Racy e Pedro Lopes
Realização: NOSSA TURMA - Lazer Programado
www.nossaturma.tur.br

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Muito riso e sorriso no mesmo dia...




...saudades da sua risada gostosa animadora!...

...a sua risada no msn é igual a sua pessoalmente... é engraçado...

hahahaha... que foi? tô rindo da sua risada

Sorte de hoje: Sorria. Isso basta.

...uma criança na rua sorriu quando olhou pra mim...




quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ser mãe é assim...

Hoje, morri de novo...

Chegamos da escola e, enquanto ajeitava as coisinhas da lancheira, lia a agenda e separava o uniforme sabe-se lá onde estaria meu filho.

De repente, ele veio correndo e gritando:

- Mãe, mãe, olha o que escrevi com minha cera vermelha!!!!!!

Olhando para 'o escrito', enquanto pensava:' que será que ele escreveu aqui???' disse:
- Você escreveu tudo isso sozinho???

- É, mãe, olha só: (e apontando com o dedinho em cada palavra ele leu)

Mamãe, eu te amo, filho!

MEU DEUS!! MORRI!!!
Agarrei, beijei, amassei, esmaguei... fiz tudo o que uma mãe tem direito!! E guardei, anotado e datado pra sempre na memória!!!

Morri...

Outro dia, morri... de tristeza.
Meu filho resolveu dizer que não gostava mais de mim. Não soube o motivo. Chegou em casa depois de um final de semana fora dizendo que, simplesmente, não gostava mais de mim. Que não gostava da casa dele, não queria ficar mais aqui e não me queria por perto. Tentar entender o motivo dele dizer isso foi ficando cada vez mais angustiante porque eu não obtinha resposta... somente mais dizeres assim. Fui morrendo por dentro... e não me aguentei. Chorei como nunca tinha chorado. Um choro triste de uma tristeza que jamais tinha sentido. Um choro de quem não podia pedir para ser amada pelo próprio filho, não se pede amor. Um choro de rever uma vida de mãe para tentar perceber 'onde tinha errado'. Um choro de me arrepender de dar bronca quando achei necessário. Um choro fraco... de impotência ao ver o prórpio filho dizer palavras que machucavam tanto. E foi só isso que consegui dizer pra ele, já desistindo de tentar entender. Desestruturou. Um choro triste que dizia amá-lo mesmo nessa condição. Um choro doído que dizia que as palavras estavam machucando demais. Me afastei dele durante o resto do dia esperando o momento que ele mostrasse que tudo aquilo que ele dizia não passou de um surto para que eu pudesse ficar bem... e esse momento não chegava. Ele passava por mim como se eu fosse invisível. Nenhuma palavra, nenhum gesto. Gostando ou não, precisei sair com ele. Ficamos mais próximos e ele disse que 'já estava de bem'. Por incrível que pareça, isso não me contentou, pois eu queria muito entender a razão de palavras tão duras, já que não tive tempo nem de dizer oi antes de começar a ouvir as tais. Conversei com ele e 'realmente ficamos de bem', apesar da dor ainda em mim. Voltamos pra casa e fomos assistir desenho no sofá antes de dormir. Foi aí que morri de novo... no mesmo dia... mas de alegria, paz, alívio... quando ouvi a voz do meu filho dizer:
- Mãe, deita do meu lado, me protege!
É assim que todo dia ele dorme, protegido em meus braços...

Ser mãe tem dessas coisas... a gente morre de preocupação, morre de alegria, morre de tristeza, morre de orgulho, morre de desespero, morre de medo, morre de um monte de coisas...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Dia de limpeza no quarto da criança

...
mãe: - Filhote, vamos arrumar seus brinquedos?
filho: - Vamos.
mãe: - A gente podia separar alguns para dar pra outras crianças, né?
filho: - ..........
mãe: - Vamos ver também os brinquedos quebrados. Olha esses... bonequinhos sem pernas, vamos jogar no lixo?
filho: - ...........
mãe: - Joga lá no lixo, lindinho. Você tem outro homem aranha inteiro.
(a caminho do lixo olhando pros bonequinhos) ...........
filho: - Mas, mãe... olha... eles tem braços e a cabeça... Vamos fingir que eles são 'saci-pelelê'? Vamos? Vai ser legal! Toma esse.
mãe: - ........... :s

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Oxigênio

Há tantos momentos nessa vida que me deixam arrepiada... inúmeros... e é tão bom sentir isso porque, de certa forma, esses arrepios são um termômetro do que me faz bem.
No começo do ano, conheci um casal que pareceu ser tão distante da filha. Percebi um ambiente onde havia uma distância tão grande entre todos os residentes daquela casa tão bem decorada e cuidada.
Fui contratada para auxiliar aquela filha que parecia não ter uma boa comunicação com os pais. Senti uma frieza, uma cobrança, uma implicância, cabeças baixas e olhares que invadem... enfim... uma sensação estranha.
Um mês se passou... um mês frequentando aquele ambiente e tentando fazer meu trabalho e não ferir a confiança que depositaram em mim. A confiança que os três depositaram em mim, cada um à sua maneira. Tentando fazer o melhor que posso para entrar naquele ambiente, me relacionar com todos sem invadir o espaço de ninguém.
Um mês se passou e foi o tempo necessário para me emocionar com aquela família. Em uma primeira conversa com o pai sobre o processo que desenvolvia com a filha, eu pude ver e sentir nos olhos, nos gestos e através das palavras dele o orgulho pelo aprendizado que reconhecia. E via a filha, já adulta, parecer uma pequena criança que acabou de conquistar o mundo, mostrando um sorriso raro de felicidade ao receber os elogios do pai.
Essa cena me arrepiou.
Nesse mesmo dia, conversamos sobre o pagamento. Como diz uma amiga sábia: dinheiro é só papel.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Situações corriqueiras!! (que eu não imaginaria passar)

- Chega filho, pára de comer a salada e come as outras coisas!!!
- Depois, mãe, deixa eu acabar.
.
.
- Filho, agora chega de salada, vou levar pra cozinha.
- NÃÃÃÃO!!! EU QUERO A SALADA!!
.
.
Vou tirar a salada sem que ele perceba. Pensei!
- Mãe, cadê a salada? Eu quero a salada!
.
.
- Toma, filhote, arroz com carninha.
- Não, primeiro a salada.
- Depois você come mais salada, filhote. Come a comidinha também.
- Depois, ainda tem pepino.
.
.
- Poxa, filho, come de tudo.
- Olha, se você não tirar a travessa de salada de perto dele, ele não vai comer das outras coisas.
.
.
- Quer rúcula?
- Sim, sem o cabinho.
.
.
Ok, ok... você deve estar pensando: poxa, que bom, ele gosta de salada, deixa ele comer, faz bem, ainda bem que ele gosta, blá...
E eu respondo: sim, eu, obviamente, deixo ele comer sempre, mas.... ele quer a travessa toda de salada!!! E não come nada antes de ver a travessa vazia!!! Aí, muitas vezes, ele não tem mais estomago para proteinas, carboidratos, blá, blá... Só não digo que é um mini vegetarianinho porque depois ele come toda a carne e só... o resto faz um esfoooooooooorço.

COMO EU AMO MEU ESQUISITINHO!!!

*nunca imaginei que regularia salada... agora pra mesa vai só a porção e depois que terminar de comer tudo chega mais.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Da janela do carro pra fora...

Eu nunca fui muito noiada com assaltos e afins. Isso porque eu nunca tinha sofrido algo do tipo. Desde que fui assaltada no trânsito (quando tinha acabado de descobrir minha gravidez) eu nunca mais andei com o vidro aberto e só paro em farol vermelho se extremamente necessário. Nem assim consegui evitar outro assalto estacionando o carro.
Hoje resolvi variar. Dia bonito, nova fm, vento no carro, pensamentos láááá no céu...uma delícia. Vidro escancarado e parada no farol vermelho numa avenida sem movimento algum.
Aproxima do carro um fulano. Penso: óh, Deus, óh, vida!!
- blá, blá, blá... me dá dinheiro... blá, blá, whyskas sachê, blá... pra interar... blá, blá, blá...
- Olha, moço, eu não tenho nada.
- blá, blá... só preciso de 10 centavos... blá
- Nem dez centavos eu tenho, moço.
- (exaltou) Eu conheço você, sempre passa aqui e diz que não tem nada.
- Eu nunca passo aqui. (fod... pensei!)
- Passa, sim!! Sua amiga me deu 5 centavos, mas você nunca tem nada. Eu te conheço, vem lá de santos sem dinheiro?
- (tentando achar tudo normal) Me desculpe, mas você está me confundindo. É a primeira vez que passo por aqui. (ai se ele descobre que passo todos os dias!!!!)
- Ah, é mesmo? Então você é muito parecida com ela.
- Sim, deve ser.

E ele se foi... e o farol abriu... UFA!!!!

E eu voltei com meus pensamentos lá pra loooonge...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Com ou sem trema

Mau humor equino é uma das piores coisas da vida... seja com ou sem trema, nenhuma mulher merece.

Beirando os 30, solteira, ralando muito, confundindo planos, buscando metas, em inúmeras crises existenciais, oscilações repentinas de humor, preguiça de muita coisa.

Mas as coitadas das éguas sofrem mais.
Pobres éguas que só recebem um gostinho da vida. Que são necessariamente substituídas por 'éguas de borracha'.
Vocês conhecem sobre as formas de reprodução dos equinos? Um amigo cheio de cultura me contou sobre a coleta de sêmem equino. Nenhum veterinário mais faz isso manulamente com os machos, é tão simples: a égua mestra seduz o cavalo branco do principe, ele se arma, ataca e ela recebe o primeiro gostinho dessa que poderia ser a melhor transa da vida dela. Porém, o cavalo todo doidão nem percebe que a pobrezinha foi substituída por uma bundinha de égua feita pelas mãos dos homens e que o fruto desse momento mágico fica num frasquinho a ser inserido em outra égua, ainda virgem... mas que carregará o potrinho em seu ventre. Virgem Maria.

A égua mestra também 'doa' sua fertilidade, pois não consegue mais carregar o seu potrinho. Mas só recebe o gostinho... e aí espera o outro dia pra seduzir o cavalo e receber mais um gostinho e assim é o ciclo da vida...

Eu entenderia o mau humor dela.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Com você por perto tudo é tão bonito

...
- Mãe, você ainda chora por causa da bisa?
- De vez em quando, filhote, eu fiquei muito triste de ficar longe dela. Mas no natal a gente vai levar uma flor bem bonita de presente pra ela, né?
- Mais bonita que a rosa que a gente deu pra ela?
- Existe flor mais bonita que aquela?
- Não sei, mas se existir ela vai gostar.
...
Morri.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Não sei o que faria sem você, meu filho

Ele é meu melhor remédio...
...
- Você tá chorando, mãe?
- Sim, eu tô muito triste.
- Eu vou pegar uma coisa, eu já volto, tá?
...
- Pronto, mãe, brinca com meus brinquedos pra ficar feliz.
.
.
.
.
.
- Por que você tá triste, mamãe?
- Porque a bisa está muito dodói. A gente vai com o vovô lá pra casa dela, tá?
- Vamos levar um remédio pra ela? Pra ela ficar boa?
- Vamos, qual remédio a gente vai levar?
- Pode ser o meu se ela quiser. Eu dou um pouco do meu.
...

E pensar que já não há mais remédio...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A cultura que passo pro meu filho

...
- Filho, vamos tomar café e depois desenhar?
- Ok, ok, Kátia.
...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Tava demorando pra começar...

Eu, JP e Rodrigo no elevador. Chegamos no térreo. Enquanto saíamos, uma mulher estava aguardando para subir.
- Oi, gorducha.
Não, ele não fez isso, socorro... o que eu faço????
- Ela é gorda, né, pai?
Pára, pelo amor de Deus, não me faça passar por esse constrangimento!!! Pensei.
Quando a porta do elevador se fecha:
- Filho, você não pode chamar as pessoas assim, elas podem ficar chateadas.
- Mas é que eu vi a barriga gorda dela.
...
Meu Deus!!! Eu ainda não sei lidar com esse tipo de situação!!
Veio depois uma conversa estranha sobre: quem, como, onde e porque podemos chamar de gordo... hahahaha
...