Foi muito boa a Jornada hoje. Acima das expectativas... apesar das coisas fúteis - também necessárias para a sobrevivência humana e auto crítica e auto conhecimento - saí de lá embriagada de novos conhecimentos.
Eu adoro estar no meio de gente que me deixa mais inteligente!!!!
O caleidoscópio foi inventado na Inglaterra, em 1817. Cerca de doze ou dezesseis meses mais tarde ele despertava a admiração universal. Afirma-se que o caleidoscópio já era conhecido no século XVII. Conta-se que, à época, um rico francês adquiriu um caleidoscópio por 20.000 francos. Era feito com pérolas e gemas preciosas ao invés de pedaços de vidro colorido.
sábado, 8 de novembro de 2008
A minha Jornada - parte VII - I see dead people
Cara, você já conversou com alguém que olha para os lados, para cima, para o nada, para o 'horizonte', mas nunca para você?
No caso, ela nunca olhou para nenhuma das 100 pessoas que estavam na sala. Ela ficou 20 minutos dando uma aula para seres que estavam atrás de mim... ou pelas paredes...
Que bizarro!! Que medo!!!
Ainda bem que o assunto não era muito do meu interesse... não consegui prestar atenção na fala dela... só nela... e nos olhos dela...
No caso, ela nunca olhou para nenhuma das 100 pessoas que estavam na sala. Ela ficou 20 minutos dando uma aula para seres que estavam atrás de mim... ou pelas paredes...
Que bizarro!! Que medo!!!
Ainda bem que o assunto não era muito do meu interesse... não consegui prestar atenção na fala dela... só nela... e nos olhos dela...
A minha Jornada - parte VI - QUE INVEJA!!!
Cara, eu acho um absurdo que existam mulheres que usem vestidos tomara que caia de malha e mesmo assim sejam tão simpáticas e elegantes.
A minha Jornada - parte V - Alzheimer, galera!! zzzz
Até hoje não entendi a 'tendenciãn' de falar AlSSaimer...
Me arrepiava... por quê??? por quê???
É impozível que a grande maioria das pessoas tenha sotaque estrangeiro!!
Me arrepiava... por quê??? por quê???
É impozível que a grande maioria das pessoas tenha sotaque estrangeiro!!
A minha Jornada - parte IV - Gerúndio
AAHHHHH!!! SOCORRO!!!
'Podem estar entrando em contato por telefone, nós estaremos atendendo, estaremos registrando as dúvidas, vamos estar dando suporte e a gente pode estar abordando o assunto'
Em cima do piano tinha um copo de veneno...
'Podem estar entrando em contato por telefone, nós estaremos atendendo, estaremos registrando as dúvidas, vamos estar dando suporte e a gente pode estar abordando o assunto'
Em cima do piano tinha um copo de veneno...
Minha Jornada - parte III - Doutoras também vão ao banheiro
hahaha... essa foi demais. Já aconteceu com vocês???
Hora do intervalo. Lógico que o banheiro está cheio e tem só duas cabines. Sou a próxima e a última da fila e uma das cabines é ocupada por alguém bem ocupada. O fluxo é bem menos intenso por lá.
Ouço a 'chavinha' dessa cabine e começo a caminhar em direção a ela.
De lá, sai uma madame doutora toda bem arrumada com um olho arregalado para mim, de que foi pêga e é confessa. Enquanto sai, encosta a porta da cabine e baixa a cabeça como se quisesse não estar ali... ai, ai, ai... esse é um sinal de que a coisa por lá não anda muito bem.
Eu já estava andando em direção à cabine... era melhor parar? Ia ficar mais chato para ela? Ou fingir que nada estava acontecendo?
Eu fingi... e entrei na cabine... doutoras também são seres humanos.
Ficou chato pra mim!!!!
Hora do intervalo. Lógico que o banheiro está cheio e tem só duas cabines. Sou a próxima e a última da fila e uma das cabines é ocupada por alguém bem ocupada. O fluxo é bem menos intenso por lá.
Ouço a 'chavinha' dessa cabine e começo a caminhar em direção a ela.
De lá, sai uma madame doutora toda bem arrumada com um olho arregalado para mim, de que foi pêga e é confessa. Enquanto sai, encosta a porta da cabine e baixa a cabeça como se quisesse não estar ali... ai, ai, ai... esse é um sinal de que a coisa por lá não anda muito bem.
Eu já estava andando em direção à cabine... era melhor parar? Ia ficar mais chato para ela? Ou fingir que nada estava acontecendo?
Eu fingi... e entrei na cabine... doutoras também são seres humanos.
Ficou chato pra mim!!!!
Marcadores:
jornada,
utilidade publica
A minha Jornada - parte II - Mera organização ou discriminação?
A Jornada foi ótima. Mas tem coisas que chamam muito a atenção. Esse lance de ser profissional também te mostra um lado meio 'lixão' do ser. Os grupos foram divididos em 'médicos' e 'todos os outros profissionais'. Até então, ok.
- É somente um direcionamento de assuntos.
Ótimo, concordo que a visão médica é muito diferente dos demais cuidadores.
- Tanto que vocês podem assistir às apresentações no outro auditório. (no dos médicos)
Oba, que bom. Tem uma que eu quero ver.
...
Enfim, foi impactante aquele 'direcionamento de assuntos' que distinguiram as salas e grupos.
Cheguei no auditório dos médicos e me senti um patinho feio. A começar pelo espaço físico:
- enquanto nós, reles não médicos, estávamos em cadeiras organizadas dentro de um salão comprido, os médicos tinham à disposição poltronas confortabilíssimas de um auditório adequado;
- enquanto na nossa sala, dos não médicos, os aparelhos de multimídia utilizados estavam adaptados numa mesinha ao canto, na sala dos médicos não deu nem pra descobrir de onde vinha aquela tecnologia;
- enquanto os convidados dos não médicos ministravam seus trabalhos horizontalmente na nossa frente, os médicos subiam no patamar acima do palco... e tinham aquele 'mini balcão de falar ao publico' que nem me vem o nome no momento.
Aí a gente vê as pessoas:
- assim como os palestrantes subiam no palco, vi ao meu redor inúmeros subgrupos de madames e engravatados que te olhavam por cima.. quando olhavam.
Aquele mundo não era meu.
Assisti à apresentação e foi demais. Mas não via a hora de voltar pro meu mundinho de gente comum. Que conversa na horizontal apesar de tantas diferenças.
- É somente um direcionamento de assuntos.
Ótimo, concordo que a visão médica é muito diferente dos demais cuidadores.
- Tanto que vocês podem assistir às apresentações no outro auditório. (no dos médicos)
Oba, que bom. Tem uma que eu quero ver.
...
Enfim, foi impactante aquele 'direcionamento de assuntos' que distinguiram as salas e grupos.
Cheguei no auditório dos médicos e me senti um patinho feio. A começar pelo espaço físico:
- enquanto nós, reles não médicos, estávamos em cadeiras organizadas dentro de um salão comprido, os médicos tinham à disposição poltronas confortabilíssimas de um auditório adequado;
- enquanto na nossa sala, dos não médicos, os aparelhos de multimídia utilizados estavam adaptados numa mesinha ao canto, na sala dos médicos não deu nem pra descobrir de onde vinha aquela tecnologia;
- enquanto os convidados dos não médicos ministravam seus trabalhos horizontalmente na nossa frente, os médicos subiam no patamar acima do palco... e tinham aquele 'mini balcão de falar ao publico' que nem me vem o nome no momento.
Aí a gente vê as pessoas:
- assim como os palestrantes subiam no palco, vi ao meu redor inúmeros subgrupos de madames e engravatados que te olhavam por cima.. quando olhavam.
Aquele mundo não era meu.
Assisti à apresentação e foi demais. Mas não via a hora de voltar pro meu mundinho de gente comum. Que conversa na horizontal apesar de tantas diferenças.
A minha Jornada - parte I - Adoro pessoas que me deixam mais inteligentes
Hoje participei de uma Jornada. Tenho feito muito disso ultimamente. Muito do que deveria ter feito durante a faculdade, mas só agora adquiro maturidade suficiente pra ser fundamental. Estou adorando e preferindo estar no meio das pessoas que me deixam mais inteligente. Aprendendo pra caramba e conseguindo produzir mais. A interlocução é tão produtiva que chega a me assustar. Que bacana é essa coisa de entender o que o outro tá falando porque eu entendo do assunto. Desse assunto que agora também é meu.
Não existe limite
Alguém já assistiu o programa 'Brothers' do Supla e João Suplicy??????
Acabei de ver pela primeira e última vez...
Eu tinha respeito por eles.
Acabei de ver pela primeira e última vez...
Eu tinha respeito por eles.
Marcadores:
utilidade publica
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Só entre eles
...
- Vem aqui em casa?
Oba. Tô louca pra ir.
...
- Vem pro bar?
Hum. Mais um programa pra hoje.
...
Me despedi da criança, tomei meu banho e pensei que hoje seria um bom dia para estar rodeada de pessoas. Quero ver gente.
...
Na porta de casa me dá 5 minutos, olho para a casa vazia... resolvo voltar, colocar um DVD e me estirar no sofá.
É tão melhor a sensação de estar só sem estar rodeada de pessoas... o estranho é mais compreensível.
- Vem aqui em casa?
Oba. Tô louca pra ir.
...
- Vem pro bar?
Hum. Mais um programa pra hoje.
...
Me despedi da criança, tomei meu banho e pensei que hoje seria um bom dia para estar rodeada de pessoas. Quero ver gente.
...
Na porta de casa me dá 5 minutos, olho para a casa vazia... resolvo voltar, colocar um DVD e me estirar no sofá.
É tão melhor a sensação de estar só sem estar rodeada de pessoas... o estranho é mais compreensível.
Coração Bazar
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias e dar a cada uma delas o nome de ano foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão pra qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação... e tudo começa outra vez! Com outro número e com outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser tudo diferente.
Já estamos quase em 2009...
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão pra qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação... e tudo começa outra vez! Com outro número e com outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser tudo diferente.
Já estamos quase em 2009...
Marcadores:
eu podia ter escrito isso,
reflexo
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
O mundo seria monstruoso sem a culpa (?)
Ellie e Marvin têm se encontrado secretamente duas vezes por semana durante os últimos seis meses, mas não consumaram sua paixão porque, embora ambos concordem que a fidelidade conjugal não só é pouco realista como também irrelevante, ela começou a sofrer de enxaquecas e ele começou a ter pontadas agudas no peito e ela ficou com impetigem e ele teve conjutivite.
Ellie e Marvin viajam sessenta quilômetros até lanchonetes distantes em carros separados, mas até agora não fizeram nada além de abraços e beijos porque embora ambos concordem que a exclusividade sexual é não só adolescente mas também retrógrada, ela começou a ter colite e ele dores surdas e latejantes nas costas e ela começou a roer as unhas e ele está fumando outra vez.
Ellie e Marvin desejam fazer amor durante a tarde num motel, mas até agora só tomaram uma grande quantidade de café porque ele está convencido de que seu telefone tem escuta e ela está convencida de que um homem de jaqueta de couro a está seguindo e ele diz: e se o motel incendiar? e ela diz: e se eu falar alto em sonho? e ela acha que o marido está agindo com hostilidade suspeita e ele acha que a mulher está agindo com bondade suspeita e ele está sempre ferindo o rosto com a lâmina de fio duplo e ela está sempre prendendo a mão na porta do carro...
... assim, embora ambos concordem que o sentimento de culpa não é só neurótico, mas também obsoleto, concordam também em desistir dos encontros secretos.
Judith Viorst em Perdas Necessárias
Ellie e Marvin viajam sessenta quilômetros até lanchonetes distantes em carros separados, mas até agora não fizeram nada além de abraços e beijos porque embora ambos concordem que a exclusividade sexual é não só adolescente mas também retrógrada, ela começou a ter colite e ele dores surdas e latejantes nas costas e ela começou a roer as unhas e ele está fumando outra vez.
Ellie e Marvin desejam fazer amor durante a tarde num motel, mas até agora só tomaram uma grande quantidade de café porque ele está convencido de que seu telefone tem escuta e ela está convencida de que um homem de jaqueta de couro a está seguindo e ele diz: e se o motel incendiar? e ela diz: e se eu falar alto em sonho? e ela acha que o marido está agindo com hostilidade suspeita e ele acha que a mulher está agindo com bondade suspeita e ele está sempre ferindo o rosto com a lâmina de fio duplo e ela está sempre prendendo a mão na porta do carro...
... assim, embora ambos concordem que o sentimento de culpa não é só neurótico, mas também obsoleto, concordam também em desistir dos encontros secretos.
Judith Viorst em Perdas Necessárias
Cada volta é um recomeço
Caramba... essa minha mania de dar significado a cada milimetro quadrado de situação que me é apresentado não me abandona jamais.
Ontem resolvi organizar a minha rotina de final de ano - trabalhos, pendências, projetos... tudo organizadinho. Em cada coisa que eu pensava eu colocava um pedaço de mim, do que são minhas vontades, do que são minhas prioridades. Fiquei, com isso, com menos estranhamento do que significariam minhas empreitadas, minhas lutas. Dei mais sentido e força às atitudes que fazem parte da minha existência. Dormi mais relaxada, com menos confusão, com mais tranquilidade de perceber o meu caminho mais claramente.
Cheguei em casa, almocei e resolvi sentar para cumprir aquela meta do dia que é pra vida e que dá prazer.
Abri um livro que há muito tinha vontade de ler e eis que me espanto e me encanto:
ACHEI MINHA IDENTIDADE!!
Ontem resolvi organizar a minha rotina de final de ano - trabalhos, pendências, projetos... tudo organizadinho. Em cada coisa que eu pensava eu colocava um pedaço de mim, do que são minhas vontades, do que são minhas prioridades. Fiquei, com isso, com menos estranhamento do que significariam minhas empreitadas, minhas lutas. Dei mais sentido e força às atitudes que fazem parte da minha existência. Dormi mais relaxada, com menos confusão, com mais tranquilidade de perceber o meu caminho mais claramente.
Cheguei em casa, almocei e resolvi sentar para cumprir aquela meta do dia que é pra vida e que dá prazer.
Abri um livro que há muito tinha vontade de ler e eis que me espanto e me encanto:
ACHEI MINHA IDENTIDADE!!
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
S.U.S. ou S.O.S
Socorro!!
Por ironia do destino, precisei do S.U.S. na noite passada.
Por uma coisa boba, um dedinho trincado.
Enfim, nunca havia precisado e nem sabia como proceder... ignorância da classe média.
Fui em um perto de casa... 'ih, é pra isso?' (maior cara de desdém) 'ah, não, nesse horário na fazemos raio-x'. Vai nesses dois. E lá fui eu... e o mesmo discurso "nesse horário não tem esse atendimento". Ou seja, não tinha ortopedistas, nem quem pudesse entender de dedinho trincado.
Desisti e fui pra casa com meu dedinho do jeito que saiu. Já tinha acontecido isso comigo antes, então eu sabia que esperar não ia fazer meu dedo cair.
Voltei pra casa pensando na titica de atendimento que recebi. Eu, com meu plano de saúde especial, era atendida em qualquer lugar a qualquer momento por qualquer tosse que fosse. Muito mal acostumada. Uma injustiça social.
Me perguntava: era um dedinho... mas e se eu estivesse REALMENTE mal; precisando de um atendimento de emergencia, com urgência???? Como eu seria atendida???
Me deram a instrução de que 'nesse horário só se fosse no servidor ou na sta casa', duas únicas referências que PODERIAM TALVEZ me oferecer atendimento.
A gente só dá valor quando sente na pele, né?
É meu dedinho trincado e o sistema truncado!!!!
Por ironia do destino, precisei do S.U.S. na noite passada.
Por uma coisa boba, um dedinho trincado.
Enfim, nunca havia precisado e nem sabia como proceder... ignorância da classe média.
Fui em um perto de casa... 'ih, é pra isso?' (maior cara de desdém) 'ah, não, nesse horário na fazemos raio-x'. Vai nesses dois. E lá fui eu... e o mesmo discurso "nesse horário não tem esse atendimento". Ou seja, não tinha ortopedistas, nem quem pudesse entender de dedinho trincado.
Desisti e fui pra casa com meu dedinho do jeito que saiu. Já tinha acontecido isso comigo antes, então eu sabia que esperar não ia fazer meu dedo cair.
Voltei pra casa pensando na titica de atendimento que recebi. Eu, com meu plano de saúde especial, era atendida em qualquer lugar a qualquer momento por qualquer tosse que fosse. Muito mal acostumada. Uma injustiça social.
Me perguntava: era um dedinho... mas e se eu estivesse REALMENTE mal; precisando de um atendimento de emergencia, com urgência???? Como eu seria atendida???
Me deram a instrução de que 'nesse horário só se fosse no servidor ou na sta casa', duas únicas referências que PODERIAM TALVEZ me oferecer atendimento.
A gente só dá valor quando sente na pele, né?
É meu dedinho trincado e o sistema truncado!!!!
Marcadores:
dado,
reflexo,
utilidade publica
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Mochila
Eu sempre fui meio contra usar bolsa... acho bolsa um saco! (ãh? ãh? L7)
Enfim, nesse quesito eu sou nada mulherzinha. Acho que bolsa incomoda, sempre tem que se preocupar onde deixar, agarrar na rua pra não levarem das suas mãos, sempre você coloca mais do que deve lá dentro pra fazer sentido de sair com ela na rua, aí pesa. Mas os livros e pastas não cabem lá, então, além da bolsa você tem que carregar isso, e as sacolas de compras. Um porre. Prefiro levar o que cabe no bolso. No máximo usar uma 'borseta' quando não há bolso e é preciso levar mais de um cartão e o celular.
Outro dia, carregando um monte de coisas, inclusive uma bolsa, me deu 5 minutos. Entrei na primeira loja que apareceu e pensei: se tiver mochila é agora que vou comprar. Não deu outra. Entrei, comprei e lá mesmo enfiei tudo que estava pendurado em mim. Saí free!!!
MEU DEUS!!! Desde então eu sou outra pessoa. A mochila faz parte de mim.
Cabe tudo e não parece que tá levando a casa nas costas, os braços ficam mais independentes, meu ombro direito não vai cair mais, a coluna fica mais reta, o andar mais equilibrado, dá pra usar com tênis ou sapato, as pessoas acham que sou atleta, assim me dão mais saúde, tem lugar pra colocar a garrafa d´água, carrego meu filho no colo sem ter que ficar levantando a alça de tempos e tempos... enfim... eu sinto a utilidade!!! Uma mochila é essencial pra qualidade de vida humana.
I'm in love!!!!
Enfim, nesse quesito eu sou nada mulherzinha. Acho que bolsa incomoda, sempre tem que se preocupar onde deixar, agarrar na rua pra não levarem das suas mãos, sempre você coloca mais do que deve lá dentro pra fazer sentido de sair com ela na rua, aí pesa. Mas os livros e pastas não cabem lá, então, além da bolsa você tem que carregar isso, e as sacolas de compras. Um porre. Prefiro levar o que cabe no bolso. No máximo usar uma 'borseta' quando não há bolso e é preciso levar mais de um cartão e o celular.
Outro dia, carregando um monte de coisas, inclusive uma bolsa, me deu 5 minutos. Entrei na primeira loja que apareceu e pensei: se tiver mochila é agora que vou comprar. Não deu outra. Entrei, comprei e lá mesmo enfiei tudo que estava pendurado em mim. Saí free!!!
MEU DEUS!!! Desde então eu sou outra pessoa. A mochila faz parte de mim.
Cabe tudo e não parece que tá levando a casa nas costas, os braços ficam mais independentes, meu ombro direito não vai cair mais, a coluna fica mais reta, o andar mais equilibrado, dá pra usar com tênis ou sapato, as pessoas acham que sou atleta, assim me dão mais saúde, tem lugar pra colocar a garrafa d´água, carrego meu filho no colo sem ter que ficar levantando a alça de tempos e tempos... enfim... eu sinto a utilidade!!! Uma mochila é essencial pra qualidade de vida humana.
I'm in love!!!!
Marcadores:
dado,
reflexo,
utilidade publica
Generosidade
Certo dia me perguntaram:
- Por que Deus é generoso com quem não sabe dar valor?
...
Achei que fosse apenas uma pergunta pra matar o tempo... mas não era.
Olha, eu não sei o que Deus pensa, mas pra mim, a verdadeira generosidade não cobra e não espera que aquela atitude seja valorizada. E se as pessoas não entendem isso, elas nunca serão ou saberão sobre esse ato.
O que devo responder? Que quem acredita que Deus faz tudo, deve acreditar que seus atos não são movidos por posterior cobrança ou mera satisfação do ego, mas por alguma espécie de princípio e moral?
Mas quem sou eu pra falar de Deus??? Eu não tenho essas respostas.
Prefiro acreditar na generosidade dos seres humanos.
- Por que Deus é generoso com quem não sabe dar valor?
...
Achei que fosse apenas uma pergunta pra matar o tempo... mas não era.
Olha, eu não sei o que Deus pensa, mas pra mim, a verdadeira generosidade não cobra e não espera que aquela atitude seja valorizada. E se as pessoas não entendem isso, elas nunca serão ou saberão sobre esse ato.
O que devo responder? Que quem acredita que Deus faz tudo, deve acreditar que seus atos não são movidos por posterior cobrança ou mera satisfação do ego, mas por alguma espécie de princípio e moral?
Mas quem sou eu pra falar de Deus??? Eu não tenho essas respostas.
Prefiro acreditar na generosidade dos seres humanos.
Gota-a-Gota
Busca do (meu) ideal.
Essa é minha gota de hoje.
Tem coisas que são conquistadas assim. Um pinguinho de cada vez.
Cada pedacinho cheio cuidadosamente.
(tentativa de) Evitar transbordar e sair do controle. Evitar perder uma gota importante.
Gota-a-Gota. Não tem tempo que seja mais valioso que o tempo certo.
Essa é minha gota de hoje.
Tem coisas que são conquistadas assim. Um pinguinho de cada vez.
Cada pedacinho cheio cuidadosamente.
(tentativa de) Evitar transbordar e sair do controle. Evitar perder uma gota importante.
Gota-a-Gota. Não tem tempo que seja mais valioso que o tempo certo.
domingo, 2 de novembro de 2008
Sou eu que falo torto??
Eu simplesmente tenho um bode total das pessoas que não entendem o que eu digo e me colocam em uma situação desagradável, de vilã. Não que eu seja santa, mas eu sei onde me encaixo em cada papel. Eu sei quando tenho mais autoridade pra falar porque é o meu espaço.
Tem coisas que não precisam de explicação, dá preguiça.
Mas a gente, as vezes, tem que ser 'socialmente adequado' e contornar com um sorriso delicado de quem tá adorando fazer isso, com a maior boa vontade:
...
- Ah, querida, veja bem, foi um mal entendido. Blá.
...
Dê aqui sua cabecinha para eu te acarinhar, lindinha. É isso que você quer, né, vitiminha encantadora? Mas vem pertinho da parede, vem, gracinha. Pensei!
Sim... eu sempre sei quando sou santa.
Tem coisas que não precisam de explicação, dá preguiça.
Mas a gente, as vezes, tem que ser 'socialmente adequado' e contornar com um sorriso delicado de quem tá adorando fazer isso, com a maior boa vontade:
...
- Ah, querida, veja bem, foi um mal entendido. Blá.
...
Dê aqui sua cabecinha para eu te acarinhar, lindinha. É isso que você quer, né, vitiminha encantadora? Mas vem pertinho da parede, vem, gracinha. Pensei!
Sim... eu sempre sei quando sou santa.
Minuto da noite X - buraco
A balada estava cheia, fervendo, todo tipo de gente misturado.
Eu não ouvi, não falei.
Dancei.
Eu não ouvi, não falei.
Dancei.
Marcadores:
minuto da noite,
sentidos
Minuto da noite IX - onde eu deixei?
Balada cheia, fervendo, todo tipo de gente misturada.
O barulho traz muitas percepções, pois temos que aprender a ouvir com os olhos.
Quanta gente conhecida... mas preciso ir embora.
Onde deixei a minha identidade?
O barulho traz muitas percepções, pois temos que aprender a ouvir com os olhos.
Quanta gente conhecida... mas preciso ir embora.
Onde deixei a minha identidade?
Marcadores:
minuto da noite,
reflexo
Minuto da noite VIII - tá tudo no olhar e no balançar
Balada cheia, fervendo, todo tipo de gente misturada.
As pessoas se comunicam por olhar quando não conseguem falar.
Outro esteriótipo de dificuldade em lidar com o real é visto na postura da dança.
Fechem os olhos... ops... de olhos abertos leiam e imaginem um rapaz de estatura mediana, físico magro, meio ruivo (loiro alaranjado), usando óculos e levemente corcunda. Até aí (meio) ok, né?
Agora imaginem um 'som da hora' e esse mesmo cara dançando da seguinte forma: os braços caídos para trás, a pélvis levada para frente e as pernas fazendo chutinhos alternados. Ele não dança, ele balança.
Esse mesmo rapaz olha para uma garota. E a garota olha para esse rapaz.
A garota é demais e olha mais.
Esse mesmo rapaz, percebendo que a garota olha e olha..., lança um 'olhar 43' daqueles que doem na alma, pois ele ensaiou no espelho. Aquele olhar técnico que tenta ultrapassar sua pele.
Ela continua a lançar seu olhar para ele.
Ele começa a balançar mais... aquele mesmo rapaz lá de cima... e começa a se virar repetidamente para a garota para lançar o seu 'olhar fatal'.
A garota olha insistentemente para ele. Olha e pensa: até onde ele vai chegar?
Ele balança e joga o olhar e balança mais... mais parece um 'balanço do acasalamento'...
Ela já sabe: desse ponto ele não vai passar.
As pessoas se comunicam por olhar quando não conseguem falar.
Outro esteriótipo de dificuldade em lidar com o real é visto na postura da dança.
Fechem os olhos... ops... de olhos abertos leiam e imaginem um rapaz de estatura mediana, físico magro, meio ruivo (loiro alaranjado), usando óculos e levemente corcunda. Até aí (meio) ok, né?
Agora imaginem um 'som da hora' e esse mesmo cara dançando da seguinte forma: os braços caídos para trás, a pélvis levada para frente e as pernas fazendo chutinhos alternados. Ele não dança, ele balança.
Esse mesmo rapaz olha para uma garota. E a garota olha para esse rapaz.
A garota é demais e olha mais.
Esse mesmo rapaz, percebendo que a garota olha e olha..., lança um 'olhar 43' daqueles que doem na alma, pois ele ensaiou no espelho. Aquele olhar técnico que tenta ultrapassar sua pele.
Ela continua a lançar seu olhar para ele.
Ele começa a balançar mais... aquele mesmo rapaz lá de cima... e começa a se virar repetidamente para a garota para lançar o seu 'olhar fatal'.
A garota olha insistentemente para ele. Olha e pensa: até onde ele vai chegar?
Ele balança e joga o olhar e balança mais... mais parece um 'balanço do acasalamento'...
Ela já sabe: desse ponto ele não vai passar.
Marcadores:
histórias,
minuto da noite,
reflexo,
sentidos
Minuto da noite parte V - o filtro da caidinha
Balada cheia, fervendo, todo tipo de gente misturada.
Grandes chances de rolar uma caidinha em todos que chegam por perto.
Aquelas de sentir pele a pele. De dizer 'tô molinha, me pega?'.
Cuidado... vai que cola.
Grandes chances de rolar uma caidinha em todos que chegam por perto.
Aquelas de sentir pele a pele. De dizer 'tô molinha, me pega?'.
Cuidado... vai que cola.
Marcadores:
minuto da noite,
reflexo
Minuto da noite III - a fresca
Balada cheia, fervendo, todo tipo de gente misturada.
Muito quente, calor, suor... tanta gente esquisita do meu lado.
...
- Acho que vou pegar uma fresca.
- Claro, quer que eu vá com você lá fora?
- Não, vou pegar uma daquelas duas ali mesmo.
...
tanta gente esquisita... como eu.
Muito quente, calor, suor... tanta gente esquisita do meu lado.
...
- Acho que vou pegar uma fresca.
- Claro, quer que eu vá com você lá fora?
- Não, vou pegar uma daquelas duas ali mesmo.
...
tanta gente esquisita... como eu.
Marcadores:
minuto da noite,
reflexo
Minuto da noite II - like t-rex
Balada cheia, fervendo, todo tipo de gente misturada.
Pista esmagadora de sentidos e corpos.
Corpos e mais corpos e mais corpos... por todos os lados.
Cadê o meu corpo? Não consigo esticar os braços!!
Pista esmagadora de sentidos e corpos.
Corpos e mais corpos e mais corpos... por todos os lados.
Cadê o meu corpo? Não consigo esticar os braços!!
Marcadores:
minuto da noite,
reflexo,
sentidos
Minuto da noite I - o homem no ambiente
PLACA: PROIBIDO ENTRAR SEM IDENTIDADE
...
- Deixe eu ver a sua identidade.
- (procurando) Ixi, moço, eu perdi.
- Você está sem a sua identidade?
- Sim, estou... e eu estou dirigindo, meu Deus. Onde pode estar?
...
- Posso entrar?
- Vai lá.
...
Onde deixei minha identidade????? Pensei.
...
Balada cheia, fervendo, todo tipo de gente misturado.
Tem aquelas pesssoas que deixaram o computador descansar, outras que vieram da galeria da Augusta, tem ainda aquela senhora que roda e se mexe sem molejo à procura de um olhar amigo, pessoas que estão lá para curtir pra carai, outras que ficam curtindo no seu cantinho, muito homem barbado e muito sem pelo algum, aquelas pessoas que querem empatar o jogo com gol, outras que não abrem mão dos amigos, aquelas que riem alto que dá pra escutar mais que o som, outras que ficam quietinhas, muita mulher alternativa, muito decote, muito salto alto, tem ainda aquelas pessoas que você vê e se pergunta 'por onde elas andam de dia'? Se olhar bem encontra ainda barbie, playmobil, barney e salsicha.
É uma mistura tão louca de gente que é tão igual.
Experimenta mudar o corte e a cor do seu cabelo.
O ser humano é um bicho muito comum.
...
- Deixe eu ver a sua identidade.
- (procurando) Ixi, moço, eu perdi.
- Você está sem a sua identidade?
- Sim, estou... e eu estou dirigindo, meu Deus. Onde pode estar?
...
- Posso entrar?
- Vai lá.
...
Onde deixei minha identidade????? Pensei.
...
Balada cheia, fervendo, todo tipo de gente misturado.
Tem aquelas pesssoas que deixaram o computador descansar, outras que vieram da galeria da Augusta, tem ainda aquela senhora que roda e se mexe sem molejo à procura de um olhar amigo, pessoas que estão lá para curtir pra carai, outras que ficam curtindo no seu cantinho, muito homem barbado e muito sem pelo algum, aquelas pessoas que querem empatar o jogo com gol, outras que não abrem mão dos amigos, aquelas que riem alto que dá pra escutar mais que o som, outras que ficam quietinhas, muita mulher alternativa, muito decote, muito salto alto, tem ainda aquelas pessoas que você vê e se pergunta 'por onde elas andam de dia'? Se olhar bem encontra ainda barbie, playmobil, barney e salsicha.
É uma mistura tão louca de gente que é tão igual.
Experimenta mudar o corte e a cor do seu cabelo.
O ser humano é um bicho muito comum.
Marcadores:
minuto da noite,
reflexo
Assinar:
Postagens (Atom)
